terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Cooperfreela: o desabafo e o enterro.

Perrengue com uma dúzia de derrotistas por natureza. Discussões saudáveis sobre a criação da primeira cooperativa de publicitários do Norte do Brasil. E, finalmente, muita decepção.


Um revolucionário é sempre um sonhador. Explico. Nunca tive a menor intenção de ser patrão, apesar de longos anos de experiência na organização de pequenas empresas de comunicação.


Não quero e nem vou ser patrão. Pois não tenho a intenção de ser mais um disseminador de angústia, infelicidades e frustrações nessa área.

Toda experiência, por pior que seja, sempre traz algo de bom. Dessa vez, foi compreender que o sentimento coletivista está em mim. Mas, provavelmente, não está em você.


Tenho todo respeito pelos publicitários que quase me carregaram em seus braços no momento em que lancei o projeto da cooperativa. Porém, faltou ousadia e garra. Infelizmente, covardia sobrou de montão por parte dessas pessoas.


Tenho enorme prazer de dizer-lhes que tentei. Não há vitórias sem riscos. O projeto da cooperativa, agora o enterro solenemente. Mas sem tristezas.


O faço com a convicção de que uma alternativa às humilhações, baixos salários e toda sorte de desgraças que acometem a quem suga o saco dos patrões e seus diretores, não será possível tão cedo. Não nessa região do Brasil.


No entanto, não abandonarei a publicidade e muito menos o jornalismo. Exemplo disso é que o Diário de Belém está de volta. Com o mesmo vigor de antes.

Agora, vou atrás de algumas propostas recebidas no meio jornalístico e deixar a ‘caridade’ de lado por algum tempo.


Flávio Oliveira

http://diariodebelem.blogspot.com

56 comentários:

Jaime disse...

A culpa é sempre dos outros, né?

O projeto era seu, não jogue a responsabilidade em cima de um grupo que supostamente não encarou a aventura. Empreender é uma tarefa solitária, amigo, se você diz ter experiência anterior com isso, já deveria saber.

O formato desse tipo de cooperativa já existe na internet, faça uma busca, tem exemplos brasileiros e gringos. Não é nada de outro mundo e nem tão inovador assim.

Organizar os profissionais é até relativamente simples, a parte mais difícil é arrumar clientes, como sempre.

Vi com simpatia sua iniciativa quando ela surgiu, mas pelo tom com que você se comunicava no seu blog e respondia às críticas, dá pra entender que não iria muito longe mesmo.

Acho que faltou maturidade pra você entender que isso não era nenhuma revolução ou luta de classes, era apenas um projeto comercial, privado e de responsabilidade exclusivamente sua que poderia dar certo ou não, como qualquer negócio.

Agora fica feio colocar a culpa em tudo e em todos sem que ao menos a idéia tenha saído do papel, parte que cabia exclusivamente a você.

Anônimo disse...

Não participei pq não me interessou. Simplesmente por isso.
E o Jaime falou bonito.

Anônimo disse...

Puta drama, hein?

Amigo, na boa,essa derrota é só sua. Acho que se você quisesse fazer, começaria até mesmo com a ajuda de uma, duas pessoas. Mas já quer começar grande. Parece mais um projeto feito pra alimentar sua vaidade.

Anônimo disse...

ô, pobre Jaime. Ninguém nunca disse que o projeto era uma revolução social. Vejo a tua indignação pelo fato de a carapuça ter servido perfeitamente em você.

Se voce não tem idéias, projetos...fica na tua, cara. Na tua vidinha.

Criatividade é para poucos. Outra coisa, a cooperativa nada tinha nada a ver com projetos de Internet.

Pessoas assim, não evoluem. São predestinadas a puxar saco mesmo, pelo resto da vida.

Flávio Oliveira

http://diariodebelem.blogspot.com

Anônimo disse...

Mas é justamente isso que estou fazendo, caro anônimo. Estou começando a coisa (que não é mais uma cooperativa) com a ajuda de duas pessoas. Por isso falo que não estou desistindo da comunicação.

Boa percepção a sua. A derrota é só minha mesmo. Isso eu compreendo numa boa.

Não pensem que há mágoas pelo fato das minhas palavras serem incisivas.

Estou muito feliz, por ter tentado pessoal. Pra mim, isso vale muito.

E, outra coisa. Se eu tivesse medo de me expor ou da derrota, ou do que iriam falar sobre isso, jamais teria pedido à Lorena que publicasse meu texto.

Foi uma forma de me desculpar por muita gente que, de todas as partes do país, me procuravam quase todos os dias.

O projeto foi meu, o fracasso também foi meu e não dos outros.

E isso me deixa em paz. Não sei se dar para entender.

Flávio Oliveira
http://diariodebelem.blogspot.com

Priscila Monique disse...

Incrivel vocês só discutem coisas bobas... cada qual com seus cada quais!

Anônimo disse...

tadinhos...

Anônimo disse...

Eu me divirto com esse blog.

huahuahauhaua

Ass: Empresário da Comunicação.

Anônimo disse...

O tal Flávio conseguiu mexer com o mercado com essa estória de cooperativa. Se a idéia dele foi por pura vaidade, conseguiu o que queria: aplausos e ao mesmo tempo repúdio de muita gente invejosa. Acho que ele teve certo êxito ao conseguir mostrar que nossa classe é mesmo desunida. Acompanhando essa estória desde o começo, só tenho uma conclusão: Flávio é criativo e um manipulador de primeira...rsrsrs.

Rodrigo Vieira

Anônimo disse...

Aqui tem muito publicitário, mas parece que poucos foram alfabetizados. Lembra até um certo Diretor de Criação de agência luxuosa (porém sem qualidade) aqui de Belém, que vivia perguntando aos colegas coisas do tipo: "fotógrafo tem acento? A onde é mesmo?". Ou ainda: "A onde é o acento da palavra amanhã? É de que tipo?".

Eu ficava quietinho, mas morria de rir quando chegava em casa. E pensava: " 'A ONDE' fui me meter, meu Deus "?



Rogério Siqueira

Anônimo disse...

Flávio, pára com isso, rapaz. Em todo lugar que você chega arranja confusão? Agora é em Belém é?

Gostei do blog OB, Flávio. Mas vai um conselho para os leitores do site.

O meu amigo amigo Flávio é um ótimo jornalista, mas às vezes acho que ele tem mais vocação é pra artista, kkkkkkk... Sempre cheio de idéias. Algumas dão certo. Outras...rsrsr.

Flávio, faz melhor. Manda alguns e-mails de garotas aí do Pará. Ouvi falar que é uma terra cheia de lindas mulheres.

Não leva a sério, amigão. Brincadeira minha, viu?

Cândido Ferreira
Cidade Comunicação
Recife - PE

Anônimo disse...

O fanfarrão enganou todo mundo com seu humor que muda a todo tempo e a língua afiada...kkkkkk. Só entende quem conhece essa figura de perto. Aqui na agência fez todo mundo acreditar, teve até quem se desesperasse.
Bela pidada colega. Um Feliz Ano Novo pra você e toda a família.

Oportunidades Belém disse...

Não, Cândido. O blog não é do Flávio. Esse foi apenas um texto que ele pediu que publicasse.
E obrigada pela visita.

Abs,
Lorena

Robson Macedo disse...

Flávio,

Calma, acho que você está sendo precipitado na decisão de acabar com a cooperativa. O seu projeto é muito bom, vai acabar por que? porque os teus amigos não aderiram. O teu projeto não tem nem seis meses e já tá sendo enterrado. Calma, o problema não é a idéia, a idéia é muito boa, mas incoerentemente, o problema principal dela é falta de publicidade. Eu sou publicitário e professor e só "ouvi" falar duas vezes do seu projeto, no dia 22 de outubro quando foi criada, e no dia 16 de dezembro quando foi encerrada. Nesse meio tempo não ouvi mais nada, nem na agência onde trabalho nem na faculdade que leciono. 99,9% dos meus alunos nunca ouvi falar do Cooperfreela, com certeza eles são um público muito bom para o projeto, pessoas que estão entrando agora no mercado de trabalho, estão super empolgados com a profissão, e no entanto eles são "desprezados". O projeto não chegou até eles e já morreu. Precipitação. Aqui mesmo na agência 90% dos publicitários não sabe o que é o Cooperfreela, (e quando explicado o que viria a ser 100% se mostraram interessados). Em Belém são oito instituições que oferecem o curso de comunicação, será que esses estudantes não se enteressam em se organizar pra melhorar a própria (futura) profissão? Os teus amigos, ou inimigos, ou colegas de sala, ou leitores do OB não são os únicos profissionais de Belém, Calma (desculpe a insistência na palavra), deixe a idéia e as pessoas amadurecerem e se não rolar aí sim pode colocar um fim no projeto, ainda é muito cedo, e a idéia é muito boa.

Abraços

Anônimo disse...

Valeu pela tentativa, Flávio. Pouca gente teria coragem, mas você teve. É um privilégio de poucos. Pena que a classe é mesmo desunida. Felicidades e sucesso.

Aline

Anônimo disse...

A idéia de Flávio plantou uma semente. Lembro que puxou até assuntos bem relevantes no OB. Só o critico pelo fato de ele não ter tido um pouco mais de paciência, mas o admiro. O Jaime foi infeliz quando disse que organizar a classe é relativamente simples. Bem, ainda estamos esperando por quem faça isso. Será que você consegue, Jaime?

Anônimo disse...

Agradeço pelas mensagens de apoio e pelas críticas também.

Robson, fico feliz pela sua opinião. Quando lancei o projeto, muitas pessoas me aconselharam a começar com sangue novo mesmo.

Acho mesmo que nem tudo está perdido. E acredito que esse é um projeto que cedo ou tarde se realizará, pela mão de qualquer pessoa.

Se você quiser, tenho muito interesse em conversar contigo pessoalmente.

Entro em contato.

Flávio Oliveira
http://diariodebelem.blogspot.com

Jaime disse...

Anônimo 10:50, releia o que escrevi.

Eu disse que é relativamente simples organizar os profissionais nesse esquema de cooperativa, não organizar a "classe publicitária", até porque é difícil organizar o que não existe até porque a dinâmica da área não permite que exista.

Esse papo de "classe" é muito século 19. É um mercado que não funciona com corporativismo, gente. É empresa comendo empresa, profissional lutando contra profissional. Quando precisa existir organização é dos empresários da área, como quando lutam por menos restrições à comunicação de alguma categoria de produto ou pela manutenção da comissão de 20% de veiculação.

Isso é bom? Certamente não, mas aí você precisa mudar toda a engrenagem econômica para conseguir mudar todo. Para isso eu aconselharia a formação de um exército para uma tentativa de deposição do governo atual e mudança nas instituições.

Outro caminho é abrir espaço com o seu próprio talento e dedicação. É mais fácil, mas também não é para preguiçosos.

Anônimo disse...

Então diga aí, Jaime sabichão. Qual é a fórmula para conseguir organizar os profissionais mesmo que seja em cooperativa?

Não entendo mais nada, o "louco" do Flávio fala de classe (e nesse caso eu entendo classe de profissionais e não classe do século 19)e o Jaime com sua "inteligência" diz:

"aconselharia a formação de um exército para uma tentativa de deposição do governo atual e mudança nas instituições".

O cara exagera mais do que o Flávio.

Quê que tú bebestes meu irmão? Diz aí que eu também quero. Que viajem é essa?

Anônimo 10:50

José Calazans disse...

eu entendo o lado do Flávio, trabalho em uma cooperativa e sei o que ter que contar com as pessoas e não receber um feedbeck delas pra tocar o projeto, porem a cooperativa que trabalho já existe a mais de 5 anos e no começo foi foda,mas a perceverança venceu e nos não desistimos na primeira pedra do caminho
cara bota pra frente, mesmo que seja vc e outra pessoa
Eu to a sei meses querendo montar um coletivo de propaganda de guerrilha social(nome grande,ne?)quando falo pra galera, os caras ficam elpolgados, mas quando veêm que o negocio é mais trabalho que grana, neguinho cai fora
porem eu ja tenho 3 pessoas que entraram comigo nessa e bola vai pra frente
De uma coisa eu tenho certeza, vc tem capacidade e tutano pra balançar o mercado publicitario local
não desiste não

Jaime disse...

10:50,
ou você tem alguns problemas de compreensão de texto e ironias ou é um corneteiro que desloca declarações só para criar polêmicas, ainda bem que é anônimo, assim não passa tanta vergonha, mas vamos lá.

A organização e administração de uma cooperativa não é muito diferente da de uma empresa privada comum, a diferença é que teoricamente você tem um número bem maior de "sócios" ou pessoas com poder de decisão. O regime jurídico das mesmas também é diferenciado, mas para maiores informações consulte o site do Sebrae.

Partindo disso, você decide se junta um grupo de 3, 30 ou 300, pessoas - vai do seu projeto, e segue com os trâmites normais da construção de uma empresa: plano de negócios, contrato social, documentos e etc.

É complicado? É, como abir qualquer empresa.

Mas não é nada de outro mundo, ora bolas. Defina quem são seus sócios/cooperados/parceiros/terceirizados ou seja lá como você queira chamar, arregace as mangas e bom trabalho.

Anônimo disse...

Não desista Flávio. Como vê, em meio aos invejosos há muita gente que acredita no projeto da cooperativa. Onde trabalho recebi o ultimato de que se me unisse à cooperfreela estaria na rua. Fiquei sabendo também que te demitiram porque ficaram apavorados com tua idéia. Infelizmente, tive que ceder a pressões na empresa. Cara, tú não chegastes aqui para nada. Bola pra frente. sempre torci por ti.

Assinado: contra patrão e diretor de criação burros

Anônimo disse...

Eu também fui coagido a não participar da cooperfreela por isso nunca mais fiz contato. Tem muita gente que torceu contra o sucesso da cooperativa. Acredito na idéia de se criar uma cooperativa e como tú mesmo sabes, quase todos os publicitários de Belém também acreditam. Sucesso, amigão. Os maiores interessados no fracasso são mesmo os puxa saco dos donos de agência, essa gente ganha 1.000 a 1.500 reais e está contente com a mixaria.

Anônimo disse...

de pé Flávio. estamos com vc.

Renata

Anônimo disse...

cara, o que tú perdes se continuar tentando? na minha opinião nada. faz a coisa acontecer que tem muita gente torcendo por isso

Anônimo disse...

flavio comece nem que seja sozinho. quando tudo estiver acontecendo vc verá quanto imcompetente vai querer participar

Anônimo disse...

jaime nesse caso a culpa é dos outros sim. o flavio teve coragem de ir a luta depois disso recebeu apoio de todo mundo, pessoas que por medo o deixaram na mão.

Lucas

Anônimo disse...

Você é o Jaime da Claro?

Anônimo disse...

Você é o Jaime Palilo?

Anônimo disse...

O ideal é o Jaime tocar junto com o Flávio, embora não acredite no projeto ainda. Vejam bem, eu disse não acredito. Sou dono de agência e não me sinto ameaçado pela cooperativa, mas acho que primeiramente deve ser feito algo informal, pois a partir do momento em que vocês abrirem, o governo será sócio, e aí meu irmão, te prepara.

Anônimo disse...

Bom, eu não fui coagido a não participar (meu patrão nem se bateu com essa história), participei, estive nas reuniões, deixei meus contatos e o Flávio sumiu.

Mandei inclusive alguns e mails para ele, até semana passada mesmo mandei um e ele nem se deu ao trabalho de responder...

E agora vem com essa...

Anônimo disse...

Desculpe-me anônimo ou anônima, mas vc é a criatura que queria participar com um pseudônimo? Ou é um dos que prometeram arregaçar as mangas e sempre estavam ausentes nas reuniões?

Muito obrigado pela "ajuda" de vocês. Estou começando (formalmente) com o apoio de dois colegas, enquanto trabalho 5 horas diárias na área jornalística.

Não temos medo de ter o governo como sócio. Os "empresários de comunicação" o tem, mas não fecham suas agências.

Cansei de querer ser "carpinteiro do mundo inteiro" (Raul Seixas).

Flávio Oliveira
http://diariodebelem.blogspot.com

Anônimo disse...

dá-lhe que dá, Flávio.

Anônimo disse...

Quero muito que voltes com o projeto Flávio. Te conheci quando trabalhamos juntos e acredito em ti. Fazes bem em mandar os pessimistas procurar o lugar deles.

Anônimo disse...

cara quer um conselho? manda ver, como você mesmo diz O MUNDO É DE QUEM FAZ. O desanimo vai passar, acredite mostre que é capaz

Anônimo disse...

Inveja do que? Parabéns pelo que?
Não se fez absolutamente nada.

Anônimo disse...

O comentário da Priscila Monique foi bastante esclarecedor. Mudou meu dia.

Arthur Porto disse...

hahahaha

Anônimo disse...

Minha gente, se não tem a ousadia do Flávio fiquem calados. Reconheço que Flávio é um sonhador, quem aqui o critica também deveria aprender a sonhar, assim seriam criativos. em nossa área sobrevive quem é competente e não quem mistura prazer com os negócios, e conheço até homem que faz isso e com outro homem, como forma de se perpetuar como publicitário, sem formação, em agência de fachada. Isso é que é feio.

Michelle Gouveia - michele_gova@gmail.com

Anônimo disse...

Fez-se muito ô anônimo das 14:12. Porque esse comentário? Aposto que tú não és capaz nem de idealizar algo assim, quanto mais fazer. Tú deves ser mais um com inveja. Flávio liga não

Anônimo disse...

flavio gostei da seguinte parte:

"O faço com a convicção de que uma alternativa às humilhações, baixos salários e toda sorte de desgraças que acometem a quem suga o saco dos patrões e seus diretores, não será possível tão cedo. Não nessa região do Brasil"

Falou bunito. Acho que tem gente com raiva é disso aí. mais é pura verdade

Anônimo disse...

Repito, isso é tudo lobby, jogada de marketing, o cara reunião com a gente e sumiu...

Papo furado!

Anônimo disse...

estou com vergonha alheia de vcs.

Anônimo disse...

"Aposto que tú não és capaz nem de idealizar algo assim, quanto mais fazer. Tú deves ser mais um com inveja."

Idealizar o que? Inveja do que?

O que eu vi foi um falatório sem fim, de nada sobre coisa alguma. Essa história de oba oba, vamos fazer uma cooperativa de freela, e mandar os patrões pra m****... pq nós somos demais. E aí? Cadê cliente.

Com esse papo de patrão é tudo f.d.p., ia atender quem nessa cooperativa? Pois imagino que se era pra libertar da escravidão dos empregadores, seria inadmissível ter como clientes outros patrões que oprimem pobres funcionários.
E aí como é que se faz?

O que eu acho incrível é tentar se fazer uma cooperativa com todo esse espírito de desunião.

E aja aplauso sobre coisa alguma.
Só vi egos inflados, propostas consistentes não vi nenhuma. Um projeto que é bom, nada. Humildade
então.

Anônimo das 14:12

Anônimo disse...

Acho que ele quer a cadeira do sipep. Depois vai sair pra vereador...

Anônimo disse...

Acho que o lance que o cara idealizou incomoda e muitoooo, senão não teria tantos pessimistas de plantão. o coitado anônimo das 14:12 não entendeu nada e pela forma como fala nunca vai entender porque não compreendeu nada do projeto do tal flávio

Roberto Vieira

Anônimo disse...

que papo inútil pessoal, foi só uma idéia e brilhante por sinal, flávio ousou, acho que o ressentimento é ninguém ter pensado como ele. manipulador, jogada de marketing... sei lá, mas como publicitários vocês tem o que aprender com flávio, o cara é um polemizador na maioria das vezes de coisdas interessantes, basta acessar odiário de belém pra perceber que tutano não falta pra o flavio. Feliz Natal a Todos. O bom disso é que quem ganha é o OB com muitos acessos e se torna cada vez mais consolidado como referência em propaganda , acho que só de ontem pra cá já acessei o OB 10 vezes.

Alexandre

Oportunidades Belém disse...

A casa agradece, Alexandre :)

Anônimo disse...

O sentimento coletivista não está mesmo em nós publicitários e é uma pena. O carinha aí, Flávio, disse tudo e isso doi pra cacete em todo mundo inclusive em mim.

Luan

Anônimo disse...

É, anônimo das 14:12, a coisa ficou feia pra você. Acho que por isso tú não mostra a cara, né? rsrsrsrs.

Cara, por que o medo de se identificar? Já sei: COVARDIA.

Pra mim este papo já está encerrado. Pessoas como você já levaram muito na cara aqui no OB.

Agradeço do fundo do coração o apoio da maioria dos colegas de profissão.

Flávio Oliveira
http://diariodebelem.blogspot.com

Juan Pablo disse...

Encerrando bobocas, sabe por que uma cooperativa desse nível não vai pra frente, não vai pra frente por causa da pura imcopetência que o próprio mercado publicitário plantou aqui na região, não tem uma, nem uminha agência sequer que consiga uma conta(a mais chulé que seja) sem um apadrinhamento. VocÊs acham mesmo que clientes como Líder, Big Ben, Yamada vão mudar assim, quando tem seus parentes ou amigos de infância sendo donos de agência?
Não ouvi falar nos ultimos anos de uma licitação sequer que não tenha parentesco envolvido na mesma.
Parem com essa palhaçada acordem pô muita coisa tem de mudar, vocÊs querem criar uma cooperativa num mercado que não se leva a sério, querem viver ganhando migalhas e continuar trabalhando por fora para amontoar essas migalhas. Imaginem uma "UNIMED" de publicitários kkk.
Se queres Brigar por algo Flávio faça seu trabalho de jornalista e divulgue a porcaria que é o nosso sindicato, que nem serve pro propósito que foi criado, divulgue, faça-o mudar, pare de fazer a cabeça desses sonhadores aí com sua empresa de xeim, não precisamos disso, pra isso temos msn.

Anônimo disse...

Flávio,

"No filme À Procura da Felicidade, o ator Will Smith faz o papel de Chris Gardner, um vendedor fracassado de São Francisco, que vive no limite da pobreza. Ele encontra barreiras quase intransponíveis entre os médicos que visita, para os quais tenta vender seu produto: uma máquina de medir densidade óssea.

O personagem de Will deve meses de aluguel, mensalidades da escola do filho e não consegue acertar as contas com o Imposto de Renda. Para piorar a situação, sua mulher – cansada de trabalhar em vários turnos para colocar comida em casa – o abandona. Assim, Chris precisa criar o filho de cinco anos sozinho. A seu favor, ele tem apenas duas coisas: um otimismo inquebrantável e o sonho de se tornar analista financeiro. Para realizá-lo, participa durante seis meses de um programa de treinamento muito competitivo – e sem salário – no qual somente um, de um total de 20 candidatos, conseguirá ser efetivado.

A situação fica muito pior e Chris é despejado do apartamento em que vive. Passa a dormir nas ruas, em abrigos comunitários e até mesmo em banheiros de estações de metrô. Entretanto, ele jamais abandona o filho, a profissão de vendedor e seu sonho. Para onde vai carrega o menino, uma máquina e o livro que o orienta no estágio. Enquanto não está tentando vender, estuda ou brinca com o filho. Finalmente, consegue algumas vendas e pode respirar aliviado. Mas sua tenacidade é recompensada: é efetivado como analista financeiro e consegue a tão almejada felicidade.

O que mais fascina na história de Chris? A sua perseverança. Embora o filme seja baseado em uma história que realmente aconteceu, é raro encontrarmos pessoas como ele. Pelo contrário, muitos projetos são abandonados porque seus idealizadores acharam que não podiam, negócios são perdidos em virtude do medo de tentar mais uma vez."

Amigo tente mais uma vez nem que tenha que reformular tudo. nem que precise começar sozinho seja lá o que for. sua idéia é muito boa por isso TENTE MAIS UMA VEZ.

Antônio Resende
resendeeeegmail.com

raffael regis disse...

eu achei uma idéia genial a princípio. fui à pré-reunião e não entendi como iria funcionar. paciência, algumas coisas só pegam no tranco depois que começam.

infelizmente, consegui trampo num lugar muito bacana, que me consome em tempo integral. acabei sem tempo pra freelar.

se me houvesse oportunidade, continuaria apoiando a cooperativa. não pela pessoa flávio, que eu conheci naquela reunião, mas pelo espírito da coletividade, da união. e pela grana.

concordo e muito com o juan pablo, que comentou mais acima. o mercado de belém é muito ruim de trabalhar, de inovar. talvez seja mais interessante começar pelo sindicato da classe, aquela coisa inútil que a gente paga todo mês.

de qualquer forma, boa sorte a todos. eu vou juntar meu pé de meia por aqui e procurar um mercado mais atraente em outro estado, quiçá outro ofício.

raffael regis disse...

eu achei uma idéia genial a princípio. fui à pré-reunião e não entendi como iria funcionar. paciência, algumas coisas só pegam no tranco depois que começam.

infelizmente, consegui trampo num lugar muito bacana, que me consome em tempo integral. acabei sem tempo pra freelar.

se me houvesse oportunidade, continuaria apoiando a cooperativa. não pela pessoa flávio, que eu conheci naquela reunião, mas pelo espírito da coletividade, da união. e pela grana.

concordo e muito com o juan pablo, que comentou mais acima. o mercado de belém é muito ruim de trabalhar, de inovar. talvez seja mais interessante começar pelo sindicato da classe, aquela coisa inútil que a gente paga todo mês.

de qualquer forma, boa sorte a todos. eu vou juntar meu pé de meia por aqui e procurar um mercado mais atraente em outro estado, quiçá outro ofício.

Anônimo disse...

pessoas como o flávio são amadas ou odiadas.

Roberta

Anônimo disse...

Gente não sabia q essa discurssão ainda estava na pauta hhiihii...

Mas, sou apenas uma estudnte de publicidade e me acho competente pra trabalhar em uma Grande Agencia aqui em Belem, mas nunca tive oportunidade, já mandei meu curriculo pra mais de 1 milhao de agencias e nenhuma resposta, mandei ate 'prakelas' q tem a conta do mercadinho S. Fulano, mas nada ,acho q a cooperativa é perfeita para jovens como eu, estudante, com folego, sem raízes ou preconceito, pra mim q não desisto fácil, q qero mostrar meu potencial, minha criatividade, meu conhecimento...

Pena q já acabou isso pra mim é mais uma oportunidade perdida!!!!


=(